Simulador de Reforma Tributária

Como a Ávila ajuda sua empresa a enxergar o impacto

Direito societário e solução de conflitos entre sócios

O direito societário organiza as relações entre sócios e a estrutura das empresas ao longo de seu ciclo de vida. O escritório atua na constituição, na reestruturação e na governança de sociedades, além da prevenção e solução de conflitos societários.

O que é e quando sua empresa precisa

O direito societário trata da forma como a empresa é constituída, como os sócios se relacionam e como as decisões são tomadas. Ele se torna necessário em momentos de entrada ou saída de sócios, reestruturação, crescimento e sucessão e, sobretudo, quando surgem divergências entre os sócios que podem afetar a continuidade do negócio.

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Como o Ávila Sociedade de Advogados atua nesta área

Atuação consultiva e preventiva

Estruturamos e revisamos contratos sociais, acordos de sócios e regras de governança, buscando prevenir conflitos e dar segurança às decisões da empresa.

Atuação contenciosa

Atuamos na solução de conflitos societários, por meios negociais ou judiciais, incluindo apuração de haveres e disputas sobre a administração da sociedade.

Situações em que atuamos

Constituição e estruturação de sociedades

Criação e estruturação de sociedades e de organizações da sociedade civil, com e sem fins lucrativos.

Abertura de empresa: escolha do tipo (LTDA, S/A, SLU) e elaboração do contrato social

Alteração de contrato social (entrada ou saída de sócio, capital, objeto, endereço)

Acordo de sócios ou de acionistas (decisões, saída, preferência, não concorrência)

Entrada de investidor: mútuo conversível, vesting e acordo de fundadores em startups

Transformação de LTDA em S/A e vice-versa

Constituição de associações, fundações e organizações sem fins lucrativos

Conflitos entre sócios e dissolução

Consultoria e assessoria em conflitos entre sócios e na dissolução de sociedades, incluindo apuração de haveres.

Conflito entre sócios

Acordo de Sócios / Memorando Familiar

Retirada de sócio e apuração de haveres

Exclusão de sócio por falta grave

Dissolução parcial ou total da sociedade

Falecimento de sócio: sucessão das quotas e continuidade da empresa

Direitos do sócio minoritário e abuso do sócio controlador

Defesa dos sócios em pedidos de desconsideração da personalidade jurídica

Operações societárias (M&A)

Fusão, aquisição, alienação, cisão, incorporação, joint venture, franquia e extinção de sociedades.

Compra e venda de empresa (due diligence, negociação e contrato)

Fusão, cisão, alienação e incorporação

Venda de participação societária

Joint venture e sociedade em conta de participação (SCP)

Franquia: estruturação da rede e contratos de franquia

Contratos de parceria comercial, fornecimento e confidencialidade (NDA)

Contratos de Parceria Variável (Earn-Out) e Concorrencial (Non-Compete)

Contrato de Parceria Comercial (Joint Venture)

Contratos para Fusões e Aquisições (M&A)

Memorando de Entendimento (MOU)

Contratos de Garantia (Escrow)

Governança corporativa

Planejamento estratégico, profissionalização e implantação de conselhos consultivo, deliberativo, administrativo e fiscal.

Implantação de conselho consultivo, deliberativo, de administração ou fiscal

Profissionalização da gestão em empresas familiares

Sucessão na gestão da empresa (passagem de comando)

Homem de terno escuro e gravata, com braços cruzados, em frente ao escritório da Avila Sociedade de Advogados.

Conheça o advogado responsável

Dr. Wilson Ávila — 40 anos entre finanças corporativas e direito tributário.

Sócio fundador da Ávila Sociedade de Advogados, escritório que desde 2009 se dedica exclusivamente à consultoria e assessoria jurídica de empresas e empresários.

Antes da advocacia, construiu carreira de 28 anos no UNIBANCO (1976–2004), chegando a Superintendente da unidade de Finanças Corporativas em Curitiba. Essa formação agrega ao diagnóstico da Ávila uma leitura financeira do impacto tributário sobre caixa, margem e competitividade.

É economista pela UEM, MBA em Estratégia e Gestão Empresarial pela UFPR e pós-graduado em Direito Tributário e Processual Tributário pela UNICURITIBA.

OAB/PR nº 50.618

Advogado formado em Direito pela UNIBRASIL (2008)

Pós em Direito Tributário

Direito Tributário e Processual Tributário — UNICURITIBA (2014)

MBA em Gestão Empresarial

Estratégia e Gestão Empresarial pela UFPR (1999)

Economista pela UEM (1984)

Pós em Mercado de Capitais pelo IBMEC (1997)

Escritório de Advocacia Empresarial em Curitiba

Estamos presentes em Curitiba e em toda a Região Metropolitana, onde mantemos atendimento presencial e concentramos a maior parte de nossos clientes. É a partir daqui que construímos nossa atuação em todo o Estado do Paraná.

Também atendemos clientes em São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, com respaldo de inscrição suplementar na OAB. Essa presença regional nos permite acompanhar de perto empresas com filiais e unidades fora do Paraná, oferecendo suporte jurídico integrado onde quer que seus negócios estejam.

mapa dos estados do rio grande do sul, santa catarina,, parana, são paulo e minas gerais, destacados em branco em fundo azul
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Marcelo Araujo
25/08/2026
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Excelentes profissionais! O escritório Ávila nos prestou uma assessoria tributária impecável, trazendo muita clareza sobre o planejamento fiscal da empresa e ajudando a reduzir custos com total segurança jurídica. Equipe altamente qualificada e atendimento rápido. Recomendamos fortemente para qualquer demanda tributária e demais que o escritório atende!
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Deise Regina
12/08/2026
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Confiança total!
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Kelly Cristina
11/08/2026
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Profissionais excelentes.
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Eliana Simao
10/08/2026
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Foi maravilhosa a minha experiência, profissionais competentes extremamente educados. Indico esse escritório sem dúvidas .
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André Rosário
08/08/2026
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Excelente profissionais. Sou grato a Dra e sua equipe por tamanha dedicação e persistência lutando até o fim com toda força que é possível, reconheço seu profissionalismo e sua competência, com tanta dedicação me senti abençoado pelo zelo e carinho como fui tratado pela Doutora e Equipe.🙏🙏🫶 Grato.

Dúvidas frequentes sobre Direito Societário

Conflitos entre sócios podem surgir de divergências sobre a administração, a distribuição de lucros, a estratégia do negócio, a entrada de novos sócios ou o descumprimento de obrigações. A forma de resolvê-los depende da natureza do conflito, das regras previstas nos documentos da sociedade e do estágio em que a divergência se encontra.

Em muitos casos, o primeiro caminho é a solução negociada, por meio de conversas diretas, mediação ou conciliação, buscando um acordo que preserve a relação e a continuidade da empresa. Quando existe cláusula de arbitragem, a disputa pode ser levada a esse procedimento. Não havendo solução consensual, a via judicial pode se tornar necessária.

As soluções possíveis variam desde a revisão de regras internas até a saída de um sócio, com apuração de haveres, ou a dissolução parcial da sociedade. O caminho adequado depende dos fatos concretos, dos documentos existentes e dos objetivos das partes. Por envolver aspectos societários e, muitas vezes, patrimoniais, a análise individualizada costuma ser importante para definir a estratégia mais adequada a cada caso.

O acordo de sócios, chamado de acordo de acionistas nas sociedades anônimas, é um documento em que os sócios estabelecem regras sobre a relação entre eles e sobre o funcionamento da sociedade, complementando o contrato social ou o estatuto. Ele funciona como um instrumento de organização e de prevenção de conflitos.

Entre os temas que costuma tratar estão a forma de tomada de decisões, os quóruns para deliberações, as regras para entrada e saída de sócios, o direito de preferência na venda de participações, a política de distribuição de lucros, a resolução de impasses e os mecanismos de solução de conflitos, como a mediação e a arbitragem.

Ao definir previamente como situações delicadas serão tratadas, o acordo de sócios tende a reduzir a margem para disputas e a dar mais previsibilidade à relação societária. Ele pode ser firmado na constituição da empresa ou em qualquer momento posterior. Como cada sociedade possui composição e objetivos próprios, o conteúdo do acordo costuma ser elaborado de forma individualizada, considerando a realidade específica de cada grupo de sócios.

A saída de um sócio ocorre quando ele deixa de integrar a sociedade, seja por vontade própria, por acordo entre as partes, por exclusão ou por falecimento. Quando a empresa continua com os demais sócios, tem-se a chamada dissolução parcial, situação em que a sociedade permanece, mas em relação àquele sócio ela se encerra.

Nesses casos, é necessário calcular o valor a ser pago ao sócio que sai ou aos seus herdeiros, o que se faz por meio da apuração de haveres. Esse procedimento avalia a participação do sócio na sociedade, considerando o patrimônio da empresa, conforme os critérios previstos no contrato social, no acordo de sócios ou, na ausência deles, na lei.

A apuração de haveres costuma ser um dos pontos mais sensíveis, pois envolve a definição da data de saída, dos critérios de avaliação e da forma de pagamento, temas que frequentemente geram divergências. Por depender das regras existentes e da situação concreta da sociedade, esse cálculo costuma exigir análise individualizada, muitas vezes com apoio técnico contábil, antes da definição dos valores devidos.

Sim, a exclusão de um sócio é possível em determinadas situações previstas em lei e nos documentos da sociedade. Ela ocorre quando um sócio deixa de cumprir suas obrigações ou pratica atos que colocam em risco a continuidade da empresa, e não se confunde com a simples divergência de opiniões entre os sócios.

A legislação prevê hipóteses como a exclusão por falta grave no cumprimento das obrigações, por incapacidade superveniente ou pela prática de atos que prejudiquem a sociedade. Dependendo do caso e do tipo societário, a exclusão pode ocorrer por decisão dos demais sócios, observados requisitos e quóruns, ou por via judicial, sempre assegurado o direito de defesa ao sócio.

A exclusão exige fundamentação e o cumprimento de formalidades, sob pena de ser questionada. Uma vez concretizada, dá lugar à apuração de haveres do sócio excluído. Por se tratar de medida de consequências relevantes, tanto para o sócio quanto para a sociedade, cada caso costuma exigir análise individualizada dos fatos, das provas e das regras aplicáveis antes de qualquer providência.

O impasse societário ocorre quando os sócios não conseguem chegar a uma decisão sobre questões relevantes da empresa, geralmente por uma divisão de participações ou de votos que impede a formação da maioria necessária. Situações assim podem paralisar deliberações importantes e afetar o funcionamento do negócio.

Para lidar com esses bloqueios, os documentos societários podem prever mecanismos de solução, como quóruns diferenciados, voto de desempate, cláusulas de mediação e arbitragem ou procedimentos específicos de saída de sócios. Quando o impasse não é resolvido internamente e compromete a atividade, pode ser necessário recorrer a soluções externas, incluindo a via judicial.

Em casos mais graves, o impasse persistente pode levar à saída de um dos sócios, com apuração de haveres, ou à dissolução parcial da sociedade. A melhor forma de tratar o tema costuma ser a prevenção, com regras claras estabelecidas antes de o conflito surgir. Como cada sociedade tem uma estrutura própria, a análise individualizada ajuda a identificar o caminho mais adequado para superar o impasse.

O contrato social é o documento que constitui a sociedade e define seus elementos essenciais, como os sócios, o capital social, a atividade, a sede e as regras básicas de administração. Ele é registrado no órgão competente e tem caráter público, sendo a base formal da existência da empresa.

O acordo de sócios, por sua vez, é um documento complementar e, em regra, privado, no qual os sócios detalham aspectos da relação entre eles que nem sempre constam do contrato social. Ele costuma tratar de temas como decisões estratégicas, transferência de participações, resolução de conflitos e política de distribuição de lucros, com maior grau de detalhamento.

Enquanto o contrato social estrutura a sociedade perante terceiros, o acordo de sócios organiza a relação interna entre os sócios. Os dois documentos se complementam e, quando bem elaborados em conjunto, contribuem para reduzir conflitos. Por envolverem aspectos jurídicos que se conectam, sua elaboração costuma partir de análise individualizada, considerando a composição e os objetivos de cada sociedade.

O sócio minoritário é aquele que detém participação que não lhe assegura o controle das decisões da sociedade. Ainda que não tenha a maioria, a legislação prevê uma série de direitos voltados a proteger sua posição e a evitar abusos por parte dos sócios majoritários ou controladores.

Entre esses direitos costumam estar o de participar dos lucros, o de fiscalizar a administração e ter acesso a informações da sociedade, o de participar das deliberações e votar conforme sua participação, e o de ser tratado de forma equitativa. Em determinadas situações, a lei também prevê proteção contra decisões tomadas em abuso do poder de controle.

Quando esses direitos são desrespeitados, o sócio minoritário pode buscar medidas para resguardá-los, que variam conforme o caso e o tipo societário. As alternativas vão desde a discussão interna até a via judicial ou arbitral. Por depender das regras da sociedade e dos fatos concretos, a avaliação dos direitos e das medidas cabíveis costuma exigir análise individualizada de cada situação.

A prevenção de conflitos societários começa antes mesmo do surgimento de qualquer divergência, na forma como a sociedade é estruturada. Definir com clareza, desde o início, as regras de convivência entre os sócios tende a reduzir de forma significativa a probabilidade de disputas futuras.

Entre as medidas preventivas estão a elaboração cuidadosa do contrato social, a celebração de um acordo de sócios que trate de temas sensíveis, a definição de regras para tomada de decisões e quóruns, a previsão de mecanismos de saída e apuração de haveres e a inclusão de cláusulas de solução de conflitos, como mediação e arbitragem.

Também contribui para a prevenção a organização de papéis e responsabilidades e a clareza sobre a política de distribuição de lucros e reinvestimentos. Regras bem definidas oferecem previsibilidade e um caminho conhecido para quando surgirem divergências. Como cada sociedade possui composição e objetivos próprios, a estruturação preventiva costuma partir de análise individualizada, adequada à realidade de cada grupo de sócios.

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Entre em contato para tratar da estrutura ou de um conflito societário.

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