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Insalubridade: o que é, graus e como é calculada

Capa com o texto Insalubridade: o que é, graus e como é calculada, ilustração de capacete de segurança, máscara respiratória, frasco e prancheta e o logotipo da Ávila Sociedade de Advogados

Insalubridade é a exposição do empregado a agentes nocivos à saúde acima dos limites de tolerância fixados pelo Ministério do Trabalho, com adicional de 10%, 20% ou 40%.

A insalubridade é um dos temas trabalhistas que mais geram dúvida dentro das empresas, porque mistura conceito legal, norma técnica e cálculo. A CLT define o que é atividade insalubre, a NR-15 fixa os limites de tolerância e os graus, e o laudo técnico decide se o adicional é devido em cada setor. Para a empresa, o ponto central não é só pagar o percentual certo: é saber quando a exposição existe, como ela pode ser neutralizada e o que acontece quando o enquadramento está errado. Este artigo explica o conceito, os três graus, a base de cálculo, o papel do laudo e do EPI, a diferença em relação à periculosidade e os cuidados que a gestão do ambiente de trabalho exige.

O que é insalubridade?

Insalubridade é a condição de trabalho em que o empregado fica exposto a agentes químicos, físicos ou biológicos nocivos à saúde em intensidade ou tempo acima dos limites de tolerância fixados em norma do Ministério do Trabalho. O conceito está no art. 189 da Consolidação das Leis do Trabalho, e a caracterização depende de perícia técnica.

Quando a exposição é confirmada e a atividade consta da relação oficial, o empregado passa a ter direito ao adicional de insalubridade, calculado em 10%, 20% ou 40% conforme o grau mínimo, médio ou máximo, nos termos do art. 192 da CLT. O adicional deixa de ser devido quando o risco é eliminado ou neutralizado, por medidas no ambiente ou por equipamento de proteção individual eficaz.

Como a lei define insalubridade?

Infográfico com os três elementos que caracterizam a insalubridade segundo o art. 189 da CLT

A definição legal combina três elementos: o agente nocivo, o limite de tolerância e o tempo de exposição. Sem os três, não há insalubridade para fins de adicional.

O conceito do art. 189 da CLT

O art. 189 considera insalubres as atividades ou operações que, por sua natureza, condições ou métodos de trabalho, exponham os empregados a agentes nocivos à saúde acima dos limites de tolerância fixados em razão da natureza e da intensidade do agente e do tempo de exposição aos seus efeitos. O texto fala em atividade e em condição de exposição, não em profissão.

Limites de tolerância e agentes nocivos

Limite de tolerância é a intensidade ou concentração máxima do agente que, segundo a norma, não causa dano à saúde do trabalhador durante a vida laboral. Ruído, calor, poeiras minerais, agentes químicos e agentes biológicos são os grupos mais frequentes. Abaixo do limite, a exposição existe, mas não gera o adicional; acima dele, sim.

O papel da NR-15 e de seus anexos

O art. 190 da CLT atribui ao Ministério do Trabalho a aprovação do quadro de atividades insalubres e dos critérios de caracterização. Esse quadro é a NR-15, atualizada pela Portaria MTE nº 2.021, de 03/12/2025. Seus anexos tratam, entre outros agentes, de ruído, calor, radiações, vibração, frio, umidade, agentes químicos, poeiras minerais e agentes biológicos; alguns fixam limite quantitativo e outros caracterizam a insalubridade por inspeção no local de trabalho.

Quais são os graus de insalubridade?

Infográfico com os graus de insalubridade de 10%, 20% e 40% e o valor do adicional em 2026

A NR-15 classifica cada agente em grau mínimo, médio ou máximo, e o art. 192 da CLT associa um percentual a cada grau.

Grau Adicional Base prevista no art. 192 da CLT
Mínimo 10% Salário mínimo
Médio 20% Salário mínimo
Máximo 40% Salário mínimo

Grau mínimo e o adicional de 10%

O grau mínimo corresponde aos agentes que o anexo aplicável classifica com menor potencial de dano. O adicional é de 10%. O enquadramento não depende do nome do cargo: depende do agente e do anexo da NR-15 indicado no laudo.

Grau médio e o adicional de 20%

O grau médio gera adicional de 20%. É frequente em exposições a agentes químicos e biológicos em intensidade intermediária, sempre conforme a classificação do anexo correspondente.

Grau máximo e o adicional de 40%

O grau máximo gera adicional de 40%. O TST, na Súmula 448, II, entende que a higienização de instalações sanitárias de uso público ou coletivo de grande circulação, com a respectiva coleta de lixo, enseja o adicional em grau máximo, com base no Anexo 14 da NR-15.

Como é calculado o adicional de insalubridade?

O adicional é calculado pela aplicação do percentual do grau sobre a base de cálculo. A discussão está na base, não no percentual.

Base de cálculo e a Súmula Vinculante 4

O art. 192 da CLT prevê o cálculo sobre o salário mínimo. A Súmula Vinculante 4 do STF, publicada em 09/05/2008, veda o uso do salário mínimo como indexador de base de cálculo de vantagem de empregado e veda sua substituição por decisão judicial. Como nenhuma lei fixou outra base, a parte da Súmula 228 do TST que adotava o salário básico foi afastada pelo STF, e a reportagem do TST de 10/11/2025 registra que os percentuais são aplicados ao salário mínimo vigente. Norma coletiva pode fixar critério mais favorável.

Exemplo de cálculo com o salário mínimo de 2026

O Decreto nº 12.797/2025 fixou o salário mínimo em R$ 1.621,00 a partir de 1º de janeiro de 2026. Sobre essa base, o adicional mensal é de R$ 162,10 no grau mínimo, R$ 324,20 no grau médio e R$ 648,40 no grau máximo.

Exposição intermitente e pagamento do adicional

A Súmula 47 do TST entende que o trabalho em condições insalubres em caráter intermitente não afasta, só por essa circunstância, o direito ao adicional. O fator decisivo é a exposição acima do limite de tolerância, avaliada no laudo, e não a continuidade da tarefa ao longo de toda a jornada.

Como a insalubridade é caracterizada pelo laudo técnico?

A caracterização é técnica e documental: perícia, enquadramento na relação oficial e, quando houver, cláusula de norma coletiva.

Perícia por médico ou engenheiro do trabalho

O art. 195 da CLT determina que a caracterização e a classificação da insalubridade sejam feitas por perícia a cargo de médico do trabalho ou engenheiro do trabalho. O § 1º faculta às empresas requerer ao Ministério do Trabalho perícia em estabelecimento ou setor, e o § 2º obriga o juiz a designar perito quando a insalubridade é arguida em processo.

Enquadramento na relação oficial do Ministério do Trabalho

A Súmula 448, I, do TST afirma que não basta o laudo constatar a insalubridade: a atividade precisa constar da relação oficial elaborada pelo Ministério do Trabalho. Por isso o laudo deve indicar o agente, a medição, o anexo e o grau.

Grau de insalubridade em norma coletiva

O art. 611-A, XII, da CLT, incluído pela Lei nº 13.467/2017, dá prevalência à convenção ou ao acordo coletivo que disponha sobre o enquadramento do grau de insalubridade. A cláusula precisa ser conferida antes de qualquer cálculo.

O EPI elimina o adicional de insalubridade?

Infográfico de checklist sobre a neutralização da insalubridade pelo EPI e por medidas no ambiente

Pode eliminar, desde que neutralize de fato o agente. O fornecimento isolado não basta.

Neutralização pelo art. 191 da CLT

O art. 191 prevê duas formas de eliminar ou neutralizar a insalubridade: medidas que conservem o ambiente dentro dos limites de tolerância, como enclausuramento de máquinas e exaustão, e o uso de equipamento de proteção individual que reduza a intensidade do agente a esses limites. A Súmula 80 do TST reconhece que a eliminação por aparelhos protetores aprovados exclui o adicional.

Fornecimento, treinamento e fiscalização do uso

A Súmula 289 do TST afirma que o simples fornecimento do aparelho de proteção não exime o empregador do adicional: cabe a ele tomar medidas que conduzam à diminuição ou eliminação da nocividade, inclusive quanto ao uso efetivo do equipamento. Ficha de entrega, certificado de aprovação, treinamento e registros de fiscalização compõem essa prova.

Quando o adicional deixa de ser devido

Pelo art. 194 da CLT, o direito ao adicional cessa com a eliminação do risco à saúde. A supressão depende de nova avaliação técnica que documente a mudança; sem ela, a retirada do pagamento tende a formar passivo trabalhista.

Qual a diferença entre insalubridade e periculosidade?

Infográfico comparativo entre insalubridade e periculosidade com percentuais e bases de cálculo

Os dois adicionais estão na mesma seção da CLT, mas protegem situações distintas e têm regras de cálculo próprias.

Critério Insalubridade Periculosidade
Fundamento Arts. 189 a 192 da CLT e NR-15 Art. 193 da CLT e NR-16
Situação protegida Exposição a agente nocivo acima do limite Risco acentuado por exposição permanente
Percentual 10%, 20% ou 40% 30%
Base prevista em lei Salário mínimo Salário sem gratificações, prêmios ou participação nos lucros

Agente nocivo e risco acentuado

A insalubridade trata do dano gradual à saúde causado pela exposição contínua a um agente. A periculosidade trata do risco de evento súbito, como contato com inflamáveis, explosivos ou energia elétrica, previsto no art. 193.

Percentuais e bases de cálculo diferentes

A periculosidade gera adicional de 30% sobre o salário sem os acréscimos de gratificações, prêmios ou participações nos lucros, pelo art. 193, § 1º. A insalubridade varia por grau e incide sobre a base do art. 192.

Opção entre os dois adicionais

O art. 193, § 2º, permite ao empregado optar pelo adicional de insalubridade que porventura lhe seja devido. A redação da opção é o ponto de partida da análise quando os dois agentes coexistem no mesmo posto.

Quais cuidados a empresa deve ter com atividades insalubres?

Além do pagamento, a insalubridade produz efeitos sobre afastamentos, jornada e gestão de riscos.

Gestantes e lactantes em ambiente insalubre

O art. 394-A da CLT determina o afastamento da empregada gestante de atividades insalubres, sem prejuízo da remuneração, incluído o adicional. Em 29/05/2019, o STF julgou procedente a ADI 5938 e declarou inconstitucional a exigência de atestado médico nos incisos II e III, o que alcança a gestação em qualquer grau e a lactação.

Prorrogação de jornada em atividade insalubre

O art. 60 da CLT condiciona a prorrogação de jornada em atividade insalubre à licença prévia da autoridade competente em higiene do trabalho. O parágrafo único dispensa a licença na escala de doze horas de trabalho por trinta e seis de descanso.

Integração com o gerenciamento de riscos da NR-1

O inventário de riscos do programa de gerenciamento de riscos da NR-1 é o ponto de partida do laudo de insalubridade. A integração entre os dois documentos é um dos eixos do compliance trabalhista e evita enquadramentos contraditórios.

Como a insalubridade afeta empresas no Paraná?

A exposição a agentes nocivos acompanha a estrutura produtiva do estado, com indústria, agronegócio e serviços de saúde.

Mercado de trabalho formal em Curitiba e no Paraná

O Brasil fechou 2025 com 38,9 milhões de empregados com carteira assinada no setor privado, segundo a PNAD Contínua do IBGE. O Paraná registrou desocupação média de 3,6% em 2025, e Curitiba reunia 1.773.718 habitantes no Censo 2022.

Jurisdição do TRT da 9ª Região

O Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região tem sede em Curitiba e jurisdição em todo o Paraná. As discussões sobre insalubridade em empresas paranaenses tramitam nessa Justiça, com perícia designada pelo juiz, nos termos do art. 195, § 2º, da CLT.

Perguntas frequentes sobre insalubridade

Quem tem direito ao adicional de insalubridade?

Tem direito ao adicional de insalubridade o empregado que trabalha exposto a agente nocivo à saúde acima do limite de tolerância fixado pelo Ministério do Trabalho, em atividade que conste da relação oficial da NR-15. A regra está nos arts. 189 e 192 da CLT e exige três condições simultâneas. A primeira é a presença de um agente químico, físico ou biológico previsto em algum anexo da norma. A segunda é a intensidade ou o tempo de exposição acima do limite, apurados por medição ou por inspeção no local, conforme o anexo. A terceira é a ausência de neutralização eficaz, seja por medidas no ambiente, seja por equipamento de proteção individual usado de forma efetiva. A caracterização é feita por perícia de médico ou engenheiro do trabalho, nos termos do art. 195. O tema integra a rotina da área de direito trabalhista empresarial, porque o enquadramento correto depende da leitura conjunta da CLT, da NR-15 e da norma coletiva da categoria.

Quanto é 40% de insalubridade?

O adicional de 40% corresponde ao grau máximo de insalubridade e é calculado sobre a base prevista no art. 192 da CLT, que é o salário mínimo. Com o salário mínimo de R$ 1.621,00 fixado pelo Decreto nº 12.797/2025 para 2026, o adicional em grau máximo é de R$ 648,40 por mês. Duas ressalvas alteram a conta. A primeira é a norma coletiva: convenção ou acordo coletivo pode fixar base mais favorável, como o salário normativo da categoria, e nesse caso prevalece a cláusula. A segunda é a própria classificação: o grau máximo só se aplica quando o anexo da NR-15 correspondente ao agente assim o classifica e o laudo confirma a exposição acima do limite. Pagar 40% sem laudo que sustente o grau, ou pagar 10% quando o laudo indica grau máximo, gera diferenças que se acumulam ao longo do contrato e entram no cálculo do passivo trabalhista da empresa, com reflexos sobre as verbas que tomam a remuneração como base.

Quem tem direito a 20% de insalubridade?

Tem direito ao adicional de 20% o empregado exposto a agente classificado pela NR-15 em grau médio, acima do limite de tolerância e sem neutralização eficaz. O percentual não decorre da profissão, e sim do agente e do anexo aplicável. Exposições a determinados agentes químicos e biológicos costumam aparecer nessa faixa, mas a confirmação depende sempre do laudo técnico, que precisa indicar o agente, a forma de avaliação, o anexo e o grau. Com o salário mínimo de 2026, de R$ 1.621,00, o adicional de grau médio é de R$ 324,20 por mês, salvo base mais favorável prevista em norma coletiva. O art. 611-A, XII, da CLT permite que a convenção ou o acordo coletivo disponha sobre o enquadramento do grau, com prevalência sobre a lei, o que torna obrigatória a leitura do instrumento coletivo antes da classificação. A auditoria trabalhista é o instrumento usado para conferir se o grau pago corresponde ao que o laudo vigente registra para cada setor e cargo.

Quais as profissões que têm direito a 40% de insalubridade?

A NR-15 não lista profissões: lista agentes e atividades, e o grau máximo é atribuído a determinados agentes em cada anexo. Por isso não existe uma relação fechada de cargos com direito a 40%. O que existe são exposições classificadas em grau máximo, como certas atividades com agentes biológicos previstas no Anexo 14. A Súmula 448, II, do TST, por exemplo, entende que a higienização de instalações sanitárias de uso público ou coletivo de grande circulação e a respectiva coleta de lixo ensejam o adicional em grau máximo, com base nesse anexo. Fora das hipóteses consolidadas em súmula, a conclusão depende do laudo, que relaciona a atividade concreta do empregado ao anexo e ao grau. Para a empresa, a forma segura de lidar com o tema é descrever as atividades reais de cada posto no inventário de riscos e manter o laudo coerente com essa descrição, conforme a lógica de gestão preventiva da advocacia trabalhista empresarial.

O que a CLT diz sobre insalubridade?

A CLT trata da insalubridade na seção das atividades insalubres ou perigosas, nos arts. 189 a 197. O art. 189 define a atividade insalubre como aquela que expõe o empregado a agentes nocivos acima dos limites de tolerância. O art. 190 atribui ao Ministério do Trabalho a aprovação do quadro de atividades insalubres e dos critérios de caracterização, que é a NR-15. O art. 191 prevê a eliminação ou a neutralização por medidas no ambiente e por equipamento de proteção individual. O art. 192 fixa os adicionais de 40%, 20% e 10% para os graus máximo, médio e mínimo. O art. 194 determina que o direito cessa com a eliminação do risco, e o art. 195 exige perícia de médico ou engenheiro do trabalho para caracterizar e classificar a insalubridade. Fora dessa seção, os arts. 60, 394-A e 611-A, XII, tratam de jornada, gestante e negociação coletiva do grau. Esses dispositivos formam a base do compliance trabalhista, que organiza laudos, treinamentos e registros de forma integrada.

Profissionais de hospital têm direito a insalubridade?

Profissionais de hospital costumam estar expostos a agentes biológicos, tratados no Anexo 14 da NR-15, e por isso a insalubridade é frequente no setor de saúde. O direito, porém, não decorre do local de trabalho em si, e sim do contato com pacientes, materiais ou ambientes que o anexo classifica como insalubres, no grau ali previsto. Áreas de isolamento, manipulação de materiais contaminados e determinadas atividades assistenciais tendem a receber classificação mais alta do que setores administrativos do mesmo hospital, que podem não ter exposição alguma. O laudo precisa descrever cada setor e cada função exercida, e não o estabelecimento hospitalar como um todo. Gestantes que atuam em atividade insalubre devem ser afastadas, sem prejuízo da remuneração, nos termos do art. 394-A da CLT, com a leitura dada pelo STF na ADI 5938. A organização desse conjunto documental segue o modelo descrito no artigo sobre compliance trabalhista para empresas do Paraná.

Como a empresa pode organizar a gestão da insalubridade

A gestão da insalubridade começa pelo inventário de riscos, passa pelo laudo técnico atualizado e pela conferência da norma coletiva, e se completa com a prova de entrega, treinamento e uso efetivo do EPI. Quando esses documentos descrevem a mesma realidade, o adicional pago corresponde ao grau devido e a supressão, quando cabível, fica documentada. O escritório atua em direito trabalhista empresarial em Curitiba e no Paraná desde 2009, com equipe identificada no site. Para entender como esse ponto se aplica à estrutura da empresa, o contato pode ser feito pelo telefone (41) 3155-9755 ou pelo e-mail contato@avilaadvogados.com.br.

Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e não constitui consulta ou parecer jurídico. A análise de cada situação depende do exame do caso concreto por profissional habilitado.

Ávila Sociedade de Advogados — OAB/PR nº 2.726.

Foto de Dr. Wilson Ávila
Dr. Wilson Ávila

Advogado inscrito na OAB/PR sob o nº 50.618 e sócio-fundador do Ávila Sociedade de Advogados, escritório de advocacia empresarial que atua em Curitiba desde 2009. Economista pela UEM e advogado formado pela UNIBRASIL, é pós-graduado em Direito Tributário e Processual Tributário pela UNICURITIBA e em Mercado de Capitais pelo IBMEC, com MBA em Estratégia e Gestão Empresarial pela UFPR. Antes da advocacia, foram 28 anos no setor bancário, no Unibanco, até o cargo de Superintendente de Finanças Corporativas em Curitiba. Atua em direito tributário, societário e empresarial, com ênfase em holding, reorganização patrimonial e planejamento sucessório.

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